O nome Ranger recupera a ligação histórica da Tudor a expedições e utilização em terreno adverso, nomeadamente através de relógios fornecidos a expedições britânicas ao Árctico e a operações de apoio no Evereste durante a década de 1950, um capítulo menos conhecido da história da marca do que a sua produção de mergulho.
Reintroduzido em 2022 como modelo de gama atual, o Ranger assume a estética de relógio de campo (field watch), com mostrador de alto contraste e caixa robusta, distinguindo-se dos restantes modelos activos pela ausência de bisel rotativo. Funciona como complemento à linha Black Bay, cobrindo um registo mais terrestre do que aquático da herança de instrumento da Tudor.