A linha Fastrider surgiu por volta de 2010 como a expressão mais claramente ligada ao motociclismo dentro do catálogo da Tudor, decorrente da parceria da marca com a Ducati, e incluiu versões de cronógrafo com caixa em cerâmica preta, material pouco comum na produção da marca até então.
Com uma estética mais agressiva e contemporânea do que as restantes linhas de inspiração vintage lançadas na mesma década, o Fastrider dirigia-se a um público interessado no universo do desporto motorizado. Foi descontinuado à medida que a marca concentrou a sua identidade em torno da herança de mergulho do Black Bay, tornando-se hoje um modelo relativamente pouco comum no mercado secundário.