Lançado em 1972 e baptizado em homenagem à cidade canadiana associada ao Grande Prémio do Canadá, o Montreal apresentava uma caixa em forma de tonel (tonneau), uma alternativa às formas redondas e quadradas mais comuns nos cronógrafos Heuer da época.
Produzido em número relativamente limitado, o Montreal partilhava a filosofia dos restantes cronógrafos automóveis da década de 1970, com mostradores de alto contraste pensados para leitura rápida durante a condução. É hoje um dos modelos menos comuns dessa geração no mercado de segunda mão, valorizado pela forma de caixa pouco habitual.