O nome Egiziano remonta à referência 3646 vendida pela Panerai à Marinha egípcia na década de 1950, uma caixa de grandes dimensões — cerca de 60 milímetros — que se tornou lendária entre colecionadores pela sua raridade e pela ligação a um capítulo pouco documentado da história da marca. Poucas unidades sobreviveram até hoje.
Por ser essencialmente uma peça histórica e não uma linha de produção contínua, o Egiziano não voltou ao catálogo corrente da Panerai, surgindo apenas esporadicamente em leilões e no mercado de colecionador mais especializado — um dos capítulos mais raros e valorizados de toda a produção da casa florentina.
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